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Poeta - escritor - cronista - produtor cultural. Professor de Português e Literaturas. Especialista em Estudos Literários pela FEUC. Especialista em Literaturas Portuguesa e Africanas pela Faculdade de Letras da UFRJ. Mestre em Literatura Portuguesa pela UFRJ. Nascido em Goiás, na cidade de Rio Verde. Casado. Pai de três filhos.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Pequeno manual do empreendedor autônomo - Crônica de Erivelto Reis

Pequeno manual do empreendedor autônomo


Erivelto Reis

O empreendedor moderno conjuga habilidades, competências e sensibilidade. Está apto ao processo contínuo de avaliação e reorganização de estruturas que o ajudem a produzir os resultados que sejam adequados às suas metas.

O empreendedor moderno é organizado, controlado e produtivo. Trabalha e sabe os níveis pelos quais passa o negócio que tem ou a empresa em que trabalha. Sabe motivar, convencer e interagir com todos os elementos envolvidos na cadeia produtiva. Assume as responsabilidades. Estimula e premia a meritocracia. Quase sempre é premiado por ela.

Pensar no empreendedor como, única e exclusivamente, o chefe, não é dimensionar adequadamente o seu papel. O empreendedor tem senso de oportunidade, independente do cargo que ocupe e das funções que exerça. É um mediador de conflitos, uma ponte entre os interesses comuns. É um negociador que não perde tempo contando dinheiro, vantagens ou insuflando atritos. Ele visualiza, realiza e preconiza ações que movimentam uma engrenagem de realizações e transações favoráveis às atividades que exerça.

O empreendedor moderno discute projetos e não pessoas. Observa atitudes e comportamentos em contextos específicos. Não guarda mágoas para desfiar um rosário de críticas na hora da negociação ou na mesa de reunião. O empreendedor nunca despreza ou se deixa manipular pela informação.

Aqueles, entre nós, que desejam empreender, ou seja, projetar e construir meios de executar os ideais e aferir resultados positivos e significativos com seus projetos, devem ter muito nítida a figura do homem ou da mulher que empreendem, como a de pessoas que são capazes de processar um grande volume de informações de forma racional, crítica e ponderada e, a partir dessa reflexão, decidir e colocar em prática suas decisões;

Ser inventivo, criativo, proativo e autocrítico também ajuda muito. Porém, a autocrítica deve auxiliar a elucidar pontos que precisem ser reformulados, aprimorados nas ideias e nos projetos e não como máquina de implodir que paralise a ação e deixe vazio o lugar que deveria estar sendo ocupado por um empreendimento em construção.

Estabeleça metas que motivem e que não funcionem como desculpas para eventuais fracassos. Empreenda muito. Um abraço.



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