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Poeta - escritor - cronista - produtor cultural. Professor de Português e Literaturas. Especialista em Estudos Literários pela FEUC. Especialista em Literaturas Portuguesa e Africanas pela Faculdade de Letras da UFRJ. Mestre em Literatura Portuguesa pela UFRJ. Nascido em Goiás, na cidade de Rio Verde. Casado. Pai de três filhos.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Poema: Cure - de Erivelto Reis

CURE
Erivelto Reis
                                                        Para Arlene

Vamos cuidar das pessoas com amor,
Porque o câncer pode ter cura,
Mas a estupidez, nunca mais.
Vamos esgotar as possibilidades,
Dirimir as meias-verdades,
Liberem a FOSFO e o que mais for,
Não é muito esforço,
Mas a esperança será maior.
Vamos cuidar das pessoas com mais amor,
Porque o câncer tem cura,
Mas a estupidez, uma vez só.
Já sabemos que houve momentos
Em que se criaram doenças pra vender medicamentos.
Agora existe a doença e a cura pode estar bem perto.
Esse remédio pode curar a tristeza, um vale de lágrimas,
A dor e o sofrimento dos que ficam e dos que poderiam sucumbir.
Liberem o medicamento, encerrem o tormento,
Protejam os pacientes e os familiares.
Façam a alegria de milhares.
Conduzam a luz que vai iluminar,
Expulsar a dor dos lares...
Não me venham falar em milhões de dólares.
Cuidem das pessoas com mais amor,
Porque o câncer pode ter cura,
Porque o remorso de não ter tentado dá dó!
Dê uma segunda chance,
Aos que sabem que a vida é uma só.
Não parece difícil entender:
Dê o benefício de lutar pela vida

A qualquer pessoa que queira viver.